Um menino inglês de 3 anos teve a cabeça cortada e recolocada no lugar pelos médicos para evitar uma compressão no cérebro e um crescimento anormal provocados por uma doença rara chamada craniossinostose.
A condição de Archie Dodd fazia o crânio se “fundir” precocemente e ameaçava esmagar o cérebro. Os cirurgiões abriram um corte no paciente de orelha a orelha, em ziguezague, e montaram novamente esse “quebra-cabeça”.
Por seis meses, Archie precisou usar um capacete especial de proteção para evitar que ele batesse em mesas e cantos pontiagudos de casa, na cidade de Chesterfield, condado de Derbyshire. Agora, o garoto já está bem para brincar com os irmãos de 8 e 12 anos.
O menino foi diagnosticado com 1 ano de idade e encaminhado ao Hospital Infantil de Sheffield, onde passou por uma série de exames oftalmológicos e de raio-X. Caso o problema tivesse sido descoberto após os 2 anos, o crânio já estaria totalmente formado e não haveria o que fazer.
Archie ainda tem que passar por seis check-ups mensais, mas os pais já comemoram a recuperação do filho.











Se foce no Brasil, game over para o garoto
Claro, nota-se com as pessoas com um grande vocábulo, como você. Ridículo, Brasil tem uma das mais conceituadas medicinas do mundo. O primeiro implante múltiplo de órgão da América foi feito aqui. Acredito que para profissionais capacitados, que consigam fazer trabalhos tão arriscados, consigam fazer isso também.
hahaha você quis dizer FOSSE, mas mesmo assim, o atendimento público da saúde é uma bosta por aqui, mas tirando isso, a medicina brasileira é uma das mais avançadas no mundo, então não vá tirando conclusões precipitadas
Você sabia que na GRANDE MAIORIA DOS PAÍSES (e nisto estou incluindo a ilusória vida perfeita de europeus e norte-americanos) não existe sistema público (lê-se GRATUITO) de saúde?
Ou você PAGA O PLANO, ou você padece sem atendimento.